segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

METALLICA: Sobras Magnéticas.

Faixas: 01. Hate Train 02. Just a Bullet Away 03. Hell and Back 04. Rebel of Babylon
“Beyond Magnetic” nada mais é do que um EP com quatro músicas que “sobraram” das gravações de “Death Magnetic”, de 2008. Em razão das comemorações de seus 30 anos de estrada, o Metallica andou tocando essas canções ao vivo e também as enviou aos membros de seu fã clube. Eis que, agora, a banda liberou oficialmente o material para venda.
O repertório, embora com apenas quatro músicas, tem praticamente meia hora de duração. “Hate Train” e “Just a Bullet Away”, as duas primeiras, têm uma pegada na linha da segunda metade dos anos 1990 de “ReLoad”, com riffs que trazem um ritmo um pouco mais cadenciado e boas melodias de voz.
“Just a Bullet Away” ainda tem uma parte ‘clean’ e nuances interessantes na harmonia, mas as duas poderiam ter entrado tranquilamente em “Death Magnetic”. “Hell and Back” e “Rebel of babylon”, que completam o material, já são um pouco diferentes. A primeira é mais lenta, embora ainda possa ser considerada pesada, enquanto que a última aposta em riffs ‘old school’.
A qualidade da gravação, que se tornou um fator crítico na banda, não compromete. O grande destaque ficou mesmo com James Hetfield, que apresenta uma performance de alto nível nos vocais. No fim das contas, não há muita novidade. Quem gostou de “Death Magnetic” e de “ReLoad”, pode ir atrás de “Beyond Magnetic” sem medo.



Rafael Sartori
Redação TDM

VIVENDO DO ÓCIO: "Silas" do novo álbum "O pensamento é um ímã".

ACONTECE EM RIO BRANCO-AC:

domingo, 12 de fevereiro de 2012

QUEEN: Edição nacional do livro "História Ilustrada da Maior Banda de Rock de Todos os Tempos", mostra toda grandiosidade da banda inglesa que conguistou o mundo.



Por Adriana Dal Ré

Em termos icônicos, o bigode de Freddie Mercury está para o cenário musical como o de Charles Chaplin está para o cinema e o de Salvador Dalí, para as artes visuais. Nos três casos, os donos dos valorosos ‘moustaches’ criaram uma estética que lhes conferiram, a seu modo, a physique du role do gênio transgressor. Dalí, na condição de mestre do surrealismo, se inspirou no pintor espanhol Diego Velázquez, nascido no fim do século 16, para arquear seus bigodes para o alto. Chaplin, como Carlitos, lapidou o adorável vagabundo que podia não ter onde cair morto, mas prezava por seu visual asseado.
E Farrokh Bulsara, na pele de Freddie Mercury, cunhou a figura de clone gay do machão dos anos 80, com cabelos curtos e bigode preto, deixando para trás o rosto liso e seu estilo meio glam da década de 70. Isso não quer dizer que seu emblemático bigode surgiu por causa de uma mera transição de década. Coincidentemente, aquele período foi crucial não só para ele como para o Queen, histórica banda inglesa que ele liderou. Na vida privada, Freddie conquistara reconhecimento, fama – e segurança para assumir sua homossexualidade. Já como vocalista e compositor do Queen, viu o grupo chegar ao topo das paradas da Europa e dos EUA.
Morto há 20 anos, em novembro de 1991, vítima de aids, o cantor lutou por sua música até o fim, seja como integrante da banda, seja como artista solo. E também se envaideceu, e se excedeu, e brigou, e reverenciou. Ele, inevitavelmente, é a grande estrela do novo livro Queen – História Ilustrada da Maior Banda de Rock de Todos os Tempos, do jornalista inglês Phil Sutcliffe. É que, apesar de serem peças importantes, o guitarrista Brian May, o baterista Roger Taylor e o baixista caladão John Deacon (que deixou a banda em 1997) acabam sendo – e se portando como – coadjuvantes dessa história.
A obra, caprichada, recupera entrevistas que o próprio Sutcliffe fez com a banda, além de outros textos publicados e um vasto material iconográfico, incluindo mais de 500 imagens de shows, fotos dos músicos, cartazes de shows, capas de discos, canhotos de ingressos e programas de concertos. Ainda em comemoração aos 40 anos do grupo, que foi formado em 1971, a gravadora Universal relançou, ao longo deste ano, toda a discografia do Queen remasterizada. São 15 CDs no total. A última leva que chegou às lojas agrupa os últimos quatro álbuns, o ótimo The Works (com Radio Ga Ga e I Want to Break Free), A Kind of Magic (do qual saiu mais um punhado de sucessos, como Who Wants To Live Forever e Friends Will Be Friends), The Miracle e Innuendo, além do póstumo Made in Heaven.
Jogando os holofotes sobre Freddie, Phil Sutcliffe acredita que o Queen, mesmo composto por músicos aplicados e talentosos, nunca teria “chegado lá sem o arrebatador de estádios que foi Freddie Mercury”. Em seu livro, o jornalista volta às raízes de seu protagonista, que mesmo quando ainda não era ninguém, já descia pela King’s Road, em Londres, metido a astro, em um terno de veludo vermelho com guarnições de pele de raposa.
Freddie (apelido que ganhou na época da escola) nasceu Farrokh Bulsara, em 1946, na ilha de Zanzibar, no leste da África. Filho de pais indianos, estudou num internato. Em 63, quando Zanzibar tornou-se independente, sua família foi para a Inglaterra. Lá, mais tarde, ele conheceria Brian, Roger e John e, nos anos 70, buscaria seu lugar ao sol tendo sempre como foco aquilo para o qual tinha certeza de que estava predestinado: o sucesso. E conseguiu. Deixou sua marca na história da música. Sua voz ficou eternizada. E seu bigode? Bom, esse entrou para o imaginário coletivo – junto com os de Chaplin e Dalí.

Rock In Rio - Um capitulo à parte.

Em “Metendo o pé na lama”, Cid Castro conta a história da transformação, radical, de Freddie Mercury. O soberano indisposto e cheio de exigências impossíveis terminou a noite assombrado diante do retorno da gigantesca plateia ao espetáculo que comandara com o Queen.
Antes do show, lembra o autor, a produção do Rock in Rio estava em polvorosa. “O motivo era simples: a Rainha da Inglaterra insistia em não se apresentar aos súditos”. O cantor exigia que os corredores ficassem vazios para sua passagem (operação que exigiria a remoção apressada de uma pequena multidão de 300 pessoas, entre equipe técnica, jornalistas e penetras). No fim, o astro foi levado ao palco cercado por seguranças. “Aos poucos, a supremacia inglesa foi massacrada pelo entusiasmo tupiniquim. (…) ´We are the champions´, cantado a uma só voz pela plateia, superava o artista. Essa emoção tocou o intocável Fred”.

Serviço:
Título: Queen – História ilustrada da maior banda de rock de todos os tempos
Autor: Phil Sutcliffe
Editora: Editora Globo
Ano: 2011
Idioma: Português
Especificações: Brochura | 288 páginas
Preço estimado: R$ 50,00.



Texto final: Dellano Rios.
Fonte: Combat Rock\Queen Net.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

MEGADETH: Mustaine revela como foi tocar com sua ex-banda.

Em comemoração aos 30 anos de banda, o Metallica reuniu no mesmo palco em quatro noites de festa, no Fillmore de San Francisco, seus ex-integrantes, Dave Mustaine, Ron McGovney e Jason Newsted, além de grandes nomes do rock mundial.
Mas para os fans das bandas Metallica e Megadeth, o fato mais impactante da apresentação, foi mesmo a presença de Dave Mustaine tocando com sua ex-banda.  
Leia abaixo o que o frontman do Megadeth achou do encontro. 
Em entrevista ao Chicago Sun-Times, o ex-guitarrista do Metallica e atual frontman do Megadeth, Dave Mustaine, falou sobre como foi se juntar ao seus antigos companheiros de banda no dia 10 de dezembro de 2011, no quarto e último show comemorativo do Metallica, em Fillmore, em São Francisco.
"Toquei quatro ou cinco músicas com eles.Apenas eu, James (Hetfield), Lars, Robert (Trujillo), mas o Kirk foi para o lado", diz Mustaine. "Kirk não parecia muito feliz com isso, mas acho que ele teve uma boa performance".
"Eu acho que você pode ver como essa apresentação foi mutuamente benéfica para todos. Todos esperávamos que algo mágico acontecesse, e aconteceu. Estávamos tocando coisas fora o primeiro registro que eu tinha escrito em minha adolescência . Foi uma explosão! "
Quando perguntado se existe alguma possibilidade de uma futura colaboração entre ele e os membros do Metallica, Mustaine disse: "Eu certamente estou ansioso para o ter alguma outra oportunidade com esses caras. Eu adoraria fazer um álbum com James , Lars e Dave Ellefson, mas eu não sei se isso está nas cartas. Talvez um single ou algo assim."

 


Fontes: Metallica Remains\Reduto do Rock.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

VAN HALEN: Depois de mais de uma década inativa, banda volta e supreende com um álbum à altura.


Uma tentativa desesperada de buscar ecos do passado, mas feita com competência e de forma descontraída e espontânea. O Van Halen parece ter reencontrado o prazer de existir, mesmo que tenha perdido parte expressiva de sua relevância dentro do rock. Ficar 14 anos sem lançar nada novo e ter feito apenas duas turnês neste período cobra um preço alto, mas é possível suplantar isso com qualidade musical.
“A Different Kind of Truth”, que será lançado na próxima semana, tinha tudo para jogar o Van Halen de novo para baixo, como ocorreu com “Van Halen III”, de 1998, com Gary Cherone (Extreme) nos vocais.
O primeiro single do novo álbum, “Tattoo”, era enganoso e de longe é a música mais fraca do grupo. Não só trazia ecos do passado muito distante: era uma releitura de uma música dos anos 70 nunca lançada, mas tocada em shows na época. Os temores aumentaram com as reclamações iradas de fãs norte-americanos com o que consideraram “reciclagem” e falta de inspiração.
Felizmente o restante do álbum passou por cima da má imagem que “Tattoo” deixou. É um CD alegre, vibrante e cheio de groove e suingue. É certo que está a milhões de anos-luz dos melhores trabalhos da banda, gravados na primeira metade dos anos 80, mas é muito melhor do que se podia esperar.
De certa maneira, em uma analogia tosca, “A Different Kind of Truth” está para a carreira do Van Halen assim como “Death Magnetic” para o Metalilca – muita gente não esperava muita coisa boa após o decepcionante “St. Anger”.
O climão dos anos 70 e 80 estão lá, assim como o talento de Eddie Van Halen. O baixo está bem mais discreto, já que Wolfgang Van Halen, filho de Eddie, é mais técnico em alguns momentos do que o Michael Anthony, o baixista original, mas é bem mais contido.
“She’s a Woman” e “Blood Fire” são pérolas saídas diretamente do fantástico “Women and Children First”, de 1980, com o groove característico da banda, com leve acento pop e grudento. “China Town” e “Bullethead” são um pouco mais pesadas e aceleradas, típicos rocks de arena e perfeitas para fazer um show engrenar. “The Trouble With Never” e “Outta Space” formam uma dobradinha ótima, acrescentando um peso peculiar ao hard rock mais festeiro.
A surpreendente qualidade do álbum anda entusiasmando críticos norte-americanos e brasileiros, alguns considerando “A Different Kind of Truth” como obra-prima ou fantástico. Flagrante exagero. Quando nada se esperava dessa reunião sem muito futuro, eis que surge um álbum muito interessante e agradável.
De certa forma, pode-se dizer que começou a ser gestado ainda em 1996, quando David Lee Roth aceitou o convite de Eddie Van Halen para gravar duas músicas inéditas para a coletânea “The Best of Vol. 1”. “Me Wise Magic” e “Can’t Get This Stuff No More” foram duas tentativas de resgatar um passado que já era distante naquela época, mas que remetia a um período onde os músicos tinham prazer em compor.
As duas músicas eram boas, mas não o suficiente para que Roth decidisse permanecer na banda – e também não eram boas o suficiente para que Eddie deixasse de lado seu projeto de gravar músicas mais soturnas e melancólicas, que apareceram em “Van Halen III”, com Cherone cantando.
O novo trabalho do Van Halen é uma grande notícia (e enorme alívio) para quem gosta de rock nestes tempos difíceis para quem curte coisa boa. O quarteto cometeu um trabalho muito bom – bom o suficiente para resgatar grande parte do prestígio que a banda já teve.



Fonte: Marcelo Moreira - Combate Rock.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

ACONTECE EM BRASILIA-DF:

BON JOVI: Livro de verbetes sobre a banda ganha edição no Brasil.

A Beast Books acaba de lançar no Brasil "Enciclopédia Bon Jovi", livro de verbetes sobre a banda Bon Jovi. De A a Z, a obra conta a história da banda através de palavras-chave, nomes e outros termos ligados à banda.
Ilustrado e com 215 páginas, o livro traz entrevistas, histórias das gravações e breves biografias dos integrantes atuais e antigos do grupo. O autor da obra é Neil Daniels, escritor que publicou, entre outros, "The Story Of Judas Priest: Defenders Of The Faith" e "Robert Plant: Led Zeppelin, Jimmy Page & The Solo Years", além de ter colaborado com diversos veículos de imprensa.
A "Enciclopédia Bon Jovi" foi lançada originalmente em 2009. A edição nacional não ganhou nenhuma adição extra de informações.





Fonte: RockOnLine.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

GAROTOS PODRES: Veteranos do punk rock nacional grava DVD comemorativo de 30 anos.



Comemorando 30 anos de estrada, a banda Garotos Podres, ícone do punk nacional, grava no próximo sábado, dia 04, seu primeiro DVD ao vivo. A gravação será feita no palco do Hangar 110, na capital paulista.
O Garotos Podres foi formado em Mauá, São Paulo, no início da década de 1980, e hoje conta com Mao (voz e gaita), KK (guitarra), Sukata (baixo) e "Capitão Caverna" Nunes (bateria) na formação.
Os também paulistas do 88Não abrem o show dos veteranos. Confira o serviço do show de gravação:

04/02/2012 - São Paulo/SP
Hangar 110 - Rua Rodolfo Miranda, 110
Horário: 19h00
Ingressos: 30,00 (lote especial limitado)
Vendas online:
www.ticketbrasil.com.br
Informações: www.hangar110.com.br



Fonte: TDM.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

MMA: Entre socos e rock n´ roll.


De AC/DC, passando por Metallica e até Whitesnake, lutadores capricham na hora de escolher a trilha sonora para caminhar até o octógono.


Rafael Sartori
Redação TDM

Que o MMA (Mixed Martial Arts) é um esporte agressivo ninguém discute. Não é por caso, afinal, que há mais de uma década o tema de abertura do principal evento do gênero, o UFC, é a excelente “Face the Pain”, do Stemm.
E como os americanos são mestres no entretenimento, até a entrada de cada lutador nas edições do UFC é bastante divertida. Nela, os telões exibem imagens bem editadas, um show de luzes coloridas toma conta do ginásio e uma música escolhida pelo lutador toma conta do local enquanto ele caminha em direção ao octógono.
Thiago Silva: Sepultura para entrar no octógono
Por ser um esporte de luta, é natural que muitos participantes escolham canções mais pesadas, que podem variar do Rock clássico ao Nu Metal. Músicas do AC/DC e do Disturbed, por exemplo, já foram tocadas diversas vezes. “Iron Man” do Black Sabbath e “Enter Sandman” do Metallica também não são raras.
Mas o americano Clay Guida talvez seja o mais ‘headbanger’ (além de elétrico e maluco) dos lutadores. Cabeludo, ele já fez sua entrada diversas vezes ao som de Metallica, mas com a “lado B” “The Frayed Ends of Sanity,” pulando sem parar e cantando cada palavra da letra. Vladimir Matyushenko também faz bonito com “Forever Deaf”, do Motörhead, assim como Rick Story com “Overlord”, do Black Label Society.
Alguns são mais ‘posers’ (no melhor sentido da palavra!). O cipriota Constantinos Philippou, por exemplo, usa “Here I Go Again”, do Whitesnake, e na edição mais recente do evento no Rio de Janeiro, o americano Chad Mendes colocou “Paradise City” do Guns n’ Roses. Mais “moderninhos”, Dennis Siver entra com “Last Resort”, do Papa Roach, e o brasileiro Lyoto Machida com “Bleed It Out”, do Linkin Park.
Entre os que gostam de tradição, vale destacar as entradas de Michael Bisping com “London Callin” (The Clash), Nate Marquardt com “Eminence Front” (The Who) e do já aposentado Randy Couture com “Stranglehold” (Ted Nugent). Faz parte desse time também o brasileiro Antônio Rodrigo Nogueira, o Minotauro, que gosta de entrar para suas lutas ao som de “Gimme Shelter” (Rolling Stones).
Embora sejam ecléticos, os brasileiros em sua maioria preferem o Rap e o Hip Hop americano. O gênero, para os lutadores de MMA, é uma espécie de pagode para os jogadores de futebol. Destaque absoluto, portanto, para Thiago Silva, que usa “Ratamahatta”, do Sepultura, em suas entradas. É verdade que nesse mesmo disco temos outras faixas que seriam até mais indicadas como “Roots Bloody Roots” e “Attitude” (inclusive com videoclipe gravado dentro do octógono e com participação dos Gracie), mas já é melhor que a maioria.
Campeões incontestáveis no octógono, nossos lutadores bem que poderiam caprichar um pouco mais na hora de selecionarem suas músicas de entrada. Está prometida para junho uma edição do UFC em São Paulo no estádio do Pacaembu ou do Morumbi, repleta de lutadores brasileiros. Seria bom poder ouvir um som mais pesado antes de colocarmos os gringos para dormir.


Fonte: RockOnLine.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

PRIMAL FEAR: Metal inquebrável.

Rafael Sartori
Redação TDM

Poucas coisas no mundo são mais “metálicas” do que um álbum do Primal Fear com a produção do baixista Mat Sinner e que traz Ralf Scheepers nos vocais. Isso não é novidade para quem acompanha o trabalho do grupo desde o seu ‘debut’ em 1998, mas é impressionante como essa mesma energia se mantém até agora, com “Unbreakable”.
A mistura de Power com Speed Metal resulta em uma sonoridade cortante, poderosa e que faz a alegria dos ‘headbangers’ mais tradicionais e puristas. Afinal, os alemães jogam dentro da sua zona de conforto, com os mesmos timbres de guitarra de sempre e uma fórmula já bastante conhecida.
“Unbreakable” talvez seja ainda mais direto e simples do que os trabalhos antecessores, que flertavam com estruturas musicais um pouco rebuscadas e longas para os padrões do grupo. “Where Angels Die” ainda traz essa característica, mas é exceção.
A maior qualidade do Primal Fear, além do amor incondicional pelo Metal, é saber equilibrar com muita propriedade peso e melodia. Desse modo, temos refrãos marcantes como em “And There Was a Silence” e “Metal Nation”, e riffs agressivos como em “Bad Guys Wear Black”, “Marching Again” e “Conviction”.
Mat Sinner, mais uma vez, prova que sabe o que faz e que tem completo domínio sobre o gênero. “Unbreakable” é Heavy Metal em sua melhor forma e dispensa qualquer tipo de novidade.

Primal Fear: "Unbreakable"

Ano de Lançamento - 2011.

Track List:

01. Unbreakable (Part 1)
02. Strike
03. Give ‘Em Hell
04. Bad Guys Wear Black
05. And There Was Silence
06. Metal Nation
07. Where Angels Die
08. Unbreakable (Part 2)
09. Marching Again
10. Born Again
11. Blaze Of Glory
12. Conviction

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

BLACK SABBATH: Tony Iommi diagnosticado em estágio inicial de câncer.


O guitarrista do Black Sabbath, Tony Iommi (foto), foi diagnosticado com câncer, como foi confirmado por seus colegas de banda. Ele está sendo tratado após os médicos terem detectado um linfoma - uma infecção das células que formam parte do sistema imunológico humano.

O Black Sabbath divulgou uma nota hoje no começo da tarde em seu site oficial:
Com a notícia de que Tony Iommi do Black Sabbath ter sido diagnosticado em um estágio inicial do linfoma, seus companheiros de banda gostariam que todos a enviem vibrações positivas para o guitarrista neste momento. Iommi esta se reunindo com seus médicos para estabelecer o melhor plano de tratamento - o “Homem de Ferro” do Rock & Roll continua otimista e determinado a fazer uma recuperação completa e bem sucedida”.
"A equipe do Black Sabbath - Ozzy Osbourne (vocais), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria) - está compondo e gravando seu primeiro álbum em 33 anos em Los Angeles (ainda sem previsão de lançamento) com o produtor Rick Rubin. Eles agora vão para o Reino Unido para continuar a trabalhar com Tony. Mais informações serão postadas assim que possível”.


 Fonte: TDM.

sábado, 31 de dezembro de 2011

RETROSPECTIVA HARD ROCK: 12 Lançamentos de destaque em 2011.

Mais um ano que se foi e vai deixar muitas saudades.... Com essa frase meu amigo Darlan Fernando do Blog Hard Forever começou sua despedida de 2011, fazendo uma retrospectiva do estilo Hard Rock que ele domina como ninguém, e que agora trago para vocês aqui do Boteko na primeira postagem de 2012......
E com a "palavra" D. Fernando.....Tivemos um ano farto de bons lançamentos dentro do estilo, bandas antigas com novos álbuns fazendo bons discos, bandas novas surpreendendo a todos com grandes álbuns, garantindo assim a renovação do bom e velho Hard Rock. Vamos fazer nesse post uma retrospectiva dos lançamentos deste ano, abordaremos alguns álbuns que foram lançados mês a mês. Vem comigo!

Janeiro:
O ano de 2011 já prometia desde o inicio, senão vejamos, uma das bandas responsáveis pela mistura do rock progressivo com o hard rock estava lançando um novo álbum, mas não se tratava de mais um álbum, “The Visitation” trazia o Magnum em sua melhor forma, renovado sem perder as origens, um disco realmente especial. Outro destaque daquele mês foi o Bad Habit, seu mais novo álbum “Atmosphere” trouxe para os fãs um peso a mais, mas nada que comprometesse a melodia que é sem sombra de dúvida a maior qualidade da banda. Podemos destacar ainda nesse mês o Bonfire com o álbum “Branded”, o Last Autumn’s Dream com “Yes”, o Miss Behavior com o álbum “Last Woman Standing” e o Hurtsmile, projeto de Gary Cherone (Extreme) com seu álbum auto intitulado.

Fevereiro:
O mês de fevereiro nos trouxe a agradável surpresa vinda da Russia, o Pushking se apresentou ao mundo com uma belíssima coletânea, os caras tiveram a brilhante idéia de convidar vários artistas de renome para cantar suas canções e depois lançaram tudo sob o nome de “The World As We Love It”, um Best of que contou com as presenças de Paul Stanley, Nuno Betttencourt, Billy Gibbons, Alice Cooper entre outras feras do Hard Rock. Atende pelo nome de Voodoo Circle a banda responsável por um dos melhores discos de Classic Hard Rock dos últimos tempos, o álbum em questão tem o seguinte titulo: “Broken Heart Syndrome” e trás canções maravilhosas calcadas na melhor fase de Whitesnake e Rainbow, executadas por músicos competentíssimos. Podemos citar ainda no mês de fevereiro o Shakra com o álbum “Back On Track” e o The Treatment com “This Might Hurt”.

Março:

Esse foi o mês de uma das maiores bandas da história do Hard Rock lançar seu novo álbum. Depois do sucesso de seu álbum anterior o Whitesnake trouxe de volta com o álbum “Forevermore” aquela sonoridade hard/blues que marcou o inicio da carreira da banda, mas não deixou de lado a pegada furiosa do hard rock de álbuns como “1987” que é uma referência em se tratando dessa nova fase da banda. Brian Robertson ficou famoso por tocar em dois monstros do Rock And Roll, Thin Lizzy e Motorhead. Nesse seu mais recente álbum intitulado “Diamonds And Dirt”, ele veio com uma proposta diversificada, ora soando mais blues rock, ora soando mais hard arena, um álbum muito interessante, com musicas para agradar a mais de uma geração de fãs. Podemos destacar ainda no mês de março: Michael Monroe com o álbum “Sensory Overdrive”, o 8-IS com “Frame Of Us” e o Demon’s Eye com o álbum “The Stranger Within”.

Abril:
O mês de abril foi realmente gratificante, mais uma das maiores bandas da história do Hard Rock lançava seu álbum mais novo, o Uriah Heep nos brindou com um álbum fabuloso, a banda se mostrou está com todo o pique para continuar sua bem sucedida carreira que só vem se consolidando nos últimos anos, “Into The Wild” é a prova disso. O Warrant foi à incógnita do mês, mas só até o play começar a rolar, a banda veio com um disco muito bom, o novo vocalista deu novos ares ao som dos californianos, “Rockaholic” é um dos grandes álbuns do ano sem dúvida. Podemos destacar ainda: Nazareth com o álbum “Big Dogz”, o The Poodles com “Performocracy” e o King Kobra com seu álbum auto-intitulado.

Maio:

Sem dúvida nenhuma um dos melhores álbuns do ano foi lançado esse mês, “Faster” do experiente músico Ken Hesley que nesta empreitada não atuou sozinho, tanto que a capa do álbum trazia nomeado Ken Hesley & Live Fire. Que álbum maravilhoso,  Classic Hard Rock com um pé no futuro, mas sem exageros, tudo muito bem dosado, o estilão britânico predomina em toda a bolacha, um álbum feito para o fã vibrar.  O Danger Avenue foi à grande surpresa do mês, os caras fazem aquele sonzão do final dos setenta e inicio dos oitenta com maestria, Tigers Of Pan Tang e Boston servem de referências, com “Long Overdue” musicalidade de sobra para emplacar varias canções na parada, muito boa banda. Podemos destacar ainda nesse mês de maio o Journey com “Eclipse”, Mark Clarke com “Moving To The Moon” e o Dynazty com o álbum “Knock You Down”.

Junho:

O mês de junho nos brindou com um belíssimo álbum do vocalista Rob Moratti, “Victory” nos trazia Classic Hard Rock de primeira, as canções tinham ecos de Rainbow e Journey e eram alicerçadas num instrumental conciso e criativo, cortesia de músicos como Reb Beach e Tony Franklin que participaram do play.  O Farcry nos brindou com o seu segundo disco, um ótimo álbum de Hard Rock no estilo dos anos 90 intitulado “Optimism”, podemos citar o Danger Danger e o Firehouse como referências, mas que fique claro que os caras tem personalidade e imprimiram a sua cara no som apresentado. Podemos citar ainda como destaque desse mês o Night Rangers com o álbum “Somewhere In California”, o vocalista Jamie Allen com seu álbum de estréia intitulado “The Storyteller”, o Stampede com “A Sudden Impulse” e o Outloud com o álbum “Love Catastrophe”.

Julho:

Os suecos do The Gloria Story vieram no melhor estilo The Darkness, roubaram a cena no mês de julho, a sonoridade que essa banda nos trouxe em “Shades Of White” remete a Thin Lizzy e Cheap Trick, hard rock de primeiríssima qualidade mais ou menos como nos final dos 70 e inicio dos 80. O vocalista da banda House Of Shakira soltou o seu segundo álbum solo, Andreas Novak nos brindou em “NoVakation” com um AOR de altíssimo nível, melodias vocais muito bem feitas e canções primorosas. Podemos citas ainda: os alemães do Sara Sucks com “Ride It Hard” e o Infinity, antiga banda de Mitch Malloy e Reb Beach com seu auto-intitulado álbum.

Agosto:

The Union, o novo projeto do guitarrista do Thunder Luck Morley, nos brindou com um hard blues contagiante e muito bem executado, com “Siren’s Songs”, toques finos de hard setentista bem na linha Led Zeppelin foram sendo servidos em doses embriagantes aos nossos ouvidos que pediam um pouco mais a cada instante. Kruk é um nome estranho, mas esses poloneses surpreenderam com um disco maravilhoso, Deep Purple puro, guitarras tocadas com uma precisão e um feeling dignos de um Richie Blackmore, este play maravilhoso recebeu o titulo de “It Will Not Comeback”. Vale citar ainda no mês de agosto os seguintes lançamentos: Work Of Art com o álbum “In Progress”, Quietly Violent com “An American Disease” e o nosso Marc Ferreira com “Are You In”.

Setembro:

A continuação de um clássico, de um disco lendário. “Welcome 2 My Nightmare” do mito Alice Cooper foi lançado esse mês e como a primeira parte, esse se tornou um clássico imediato. Tão plural em sua variedade de estilos, tão singular na simplicidade de cada canção, simplesmente um clássico. Eis que o Chickenfoot solta o seu segundo álbum, “III”, titulo interessante para um segundo álbum, nos mostra uma banda mais entrosada e direcionada a um hard rock setentista que pega na veia a cada audição, um disco fadado a se tornar clássico de cara. Esse mês ainda destacamos o Dr. Sin com o álbum “Animal”, o Foreigner com “Feel Like The First Time”, o House Of Lords com “Big Money”, o Helix com “Skin In The Game”, o White Widdow com o álbum “Serenade” e o vocalista Sebastian Bach com “Kicking & Screaming”.

Outubro:

 Um álbum onde o mais puro Hard Rock oitentista brota a cada nota executada, esse é “Animal Attraction” dos finlandeses do Reckless Love. Os caras fizeram um dos melhores álbuns do ano. Melodias pegajosas, refrãos em coros perfeitos, solos de guitarra viciantes, enfim tudo que de melhor marcou nos anos 80. Mitch Malloy resolveu voltar sua carreira de novo para o Hard Rock, e graças aos céus ele fez isso, pois nesse estilo esse cara tem lugar cativo no coração dos fãs. “II” é um álbum com a marca do Hard Arena, ganchudo como tem que ser, instrumental perfeito, fazendo a base para uma das mais belas vozes do estilo. Destaque ainda para os seguintes lançamentos: Fiona em seu retorno com o álbum “Unbroken”, O Steel Panther com “Balls Out” e Gary John Barden com seu álbum intitulado “Eleventh Hour”.

Novembro:

Hard Rock setentista com uma forte pegada Rock and Roll no melhor estilo Rollig Stones foi o que prometeu aos fãs o vocalista e lider do Bang Tango, e não é que o cara cumpriu mesmo com a sua promessa, puta discaço de Hard Rock esse “Pistol Whipped In The Bible Belt”, pesado na medida certa, sem frescura, para se ouvir tomando uma cerveja. Matti Alfonzetti nos faz viajar para os anos 80 e 90 com seu “Here Comes The Night”, uma época onde bandas como Bon Jovi, Firehouse e Danger Danger nos brindavam com um Hard Rock da melhor qualidade. Você já tem as referencias, agora é só fazer a festa. Nesse mês de novembro ainda destacamos o Talon com o álbum “III”, o “Scorpions” com o álbum de regravações e covers “Comeblack” e o Fastway com “Eat Dog Eat”.

Dezembro:

Mais uma banda que nos permite concluir que teremos Hard Rock de qualidade ainda por muitos e muitos anos. O Soul Seller vem da Itália e o que esses caras fizeram nesse “Back To Life” foi algo digno de menção honrosa, que disco maravilhoso, cada canção é uma viagem onde o fã sai cantando junto a cada nova melodia que vai surgindo. Bon Jovi (anos 80) e Danger Danger são referncias para a sonoridade dessa ótima banda. Os veteranos do Wishbone Ash gravaram um álbum de respeito, Classic Hard Rock de primeira linha. “Elegant Stealth” tem sua base nas guitarras siamesas que por vezes aparecem de forma maravilhosa nas canções para dar um brilho todo especial a musica da banda, grande disco! Podemos citar ainda os seguintes lançamentos: Angeline com o álbum “Disconnected”, os brasileiros do Paradise Inc. com o ótimo “Time”, os veteranos Beggars & Thieves com “We Are The Brokenhearted” e o Last Autumn’s Dream com “Nine Lives” (esse não deu para ouvir direito ainda, pois só saiu hoje, mas de cara promete!).  


FELIZ ANO NOVO PARA TODOS!


Fonte: Hard Rock Forever (D. Fernando e Rafael CP). 

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

JAMES BLUNT: Em turnê pelo Brasil em 2012.

Para cantor inglês, Rio de Janeiro 'é a cidade mais incrível do mundo'.
Ao G1, ele promete turnê com 'momentos tristes e outros mais vibrantes'.


Em turnê há mais de um ano, James Blunt jura que o show do disco "Some kind of trouble" vai além das baladas chorosas que o fizeram ficar famoso por estas bandas.
No retorno ao Brasil, onde faz cinco shows em janeiro, o cantor inglês mescla canções mais calmas ("You're beautiful", "Same mistake") e outras mais animadas, como a alegrinha "Stay the night".
"As pessoas vão aos meus shows e ficam surpresas", garante Blunt, em entrevista por telefone ao G1. "O disco novo tem várias músicas 'para cima'. Com a banda no palco, tenho ainda mais energia. Os shows serão como uma montanha-russa, há momentos tristes, claro, e outros muito mais vibrantes." 
Em 2009, o cantor abriu dois shows de Elton John no Brasil e fez duas apresentações solo. Desta vez, passa por cinco capitais. Depois da América do Sul, só restarão alguns poucos compromissos na Inglaterra. "Nós estamos nos divertimos tanto, amamos o nosso trabalho. Mesmo cansados, mesmo dormindo no ônibus. São sete anos viajando direto, conhecendo vários países", diz.

Para ler o conteúdo completo desta matéria, e datas da turnê brasileira - Acesse: Blunt em entrevista ao G1.


Fonte: G1.

domingo, 25 de dezembro de 2011

HARD ROCK BOTEKO: Ano IV.


















Todas as fotos: Almir Lopes.

BON JOVI: Após suposta morte, o vocalista Jon Bon Jovi passeia sorridente no Caribe.

Jon Bon Jovi nas ruas de São Bartolomeu no Caribe.
Um dia depois de desmentir sua morte no Twitter, consequência dos boatos que proliferaram nas redes sociais durante a semana, Jon Bon Jovi foi clicado sorridente na quinta-feira (22) passeando pelas ruas de São Bartolomeu, ilha localizada no Mar do Caribe.
Em férias no local, o cantor da banda norte-americana que leva seu nome estava com um ar despojado, andando com camisa pólo, bermudão e óculos tipo aviador.
A falsa notícia de sua morte começou a circular pelas redes sociais na noite de segunda-feira (19) e dizia que a "lenda internacional" da música havia sofrido uma parada cardíaca.
Na quarta (21), no entanto, ele postou uma foto segurando uma placa com dizeres bem-humorados a respeito do incidente - "o céu parece muito com Nova Jersey", brincou, comparando o céu, para onde as pessoas supostamente vão após óbito, à cidade onde mora, nos EUA.



Fonte: JB\Foto: Web.