quarta-feira, 23 de setembro de 2009

ACONTECE EM RIO BRANCO-AC: 5ª edição do festival Varadouro será realizada nesta semana.

Diversas bandas do cenário musical alternativo se apresentarão neste final de semana em Rio Branco, no Acre, na 5ª edição do festival Varadouro.
O evento será realizado nos dias 25, 26 e 27 de setembro no Amazônia Rio. Ao total serão 21 bandas nos três dias de festival, inclusive uma banda do Peru e outra da Argentina.Os destaques da programação são os pernambucanos do grupo Devotos, que leva seu hardcore do nordeste para agitar a região amazônica. Os cearenses do Cidadão Instigado e o grupo brasiliense Móveis Colônias de Acaju também são destaque. As bandas internacionais que participam dessa edição do festival são os argentinos do Mostruo e os peruanos do La Mente.

Este é o primeiro ano que o festival será realizado no Amazônia Rio. O local tem espaço com pista de skate, praça de alimentação e feira de produtos musicais. Além dos shows, também será realizado o II Congresso Fora do Eixo que reunirá agentes culturais representantes do Fora do Eixo, grupo criado em 2005 por produtores culturais do Centro-Oeste, Norte e Sul do país.
SERVIÇO:
Confira a programação de shows do Festival Varadouro:
25/09/2009 - Sexta-Feira
20h00 - Soda Acústica (Porto Velho/RO)
20h40 - Capuccino Jack (Rio Branco/AC)
21h20 - Devotos (Recife/PE)
22h00 - Caldo de Piaba (Rio Branco/AC)
22h40 - Plano Próximo (São Carlos/SP)
23h20 - La Mente (Peru)
00h00 - Mapinguarí Blues (Rio Branco/AC)
26/09/2009 - Sábado
20h00 - Sps12 (Macapá/AP)
20h40 - Grupo Capú (Rio Branco/AC)
21h20 - Guizado (São Paulo/SP)
22h00 - Camundogs (Rio Branco/AC)
22h40 - Mostruo (Argentina)
23h20 - Cidadão Instigado (Fortaleza/CE)
00h00 - Los Porongas (Rio Branco/AC)
27/09/2009 - Domingo
20h00 - Caro John (Tarauacá/AC)
20h40 - Floresta Sonora (Belém/PA)
21h20 - Nicles (Rio Branco/AC)
22h00 - Trilobit (Londrina/PR)
22h40 - Filomedusa (Rio Branco/AC)
23h20 - Curumin (São Paulo/SP)
00h00 - Móveis Coloniais de Acaju (Brasília/DF)
5º Festival Varadouro Amazônia Rio - Parada final do Ônibus da Floresta, ao lado da terceira ponte.
Classificação: livre
Ingressos: grátis até às 20h00, após R$ 5,00
Informações: (68) 3223-9688 / www.festivalvaradouro.com.br

PATRULHA DO ESPAÇO: Abaixo-assinado pede banda na abertura do show do AC/DC no Brasil.

Uma petição foi publicada na internet recolhendo assinaturas para que a veterana banda brasileira Patrulha do Espaço faça o show de abertura da apresentação do AC/DC no Brasil. A banda australiana se apresenta no Brasil no dia 27 de novembro em um único show no Estádio do Morumbi, em São Paulo.O abaixo-assinado está disponível no endereço: www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/5032. As assinaturas serão enviadas posteriormente aos organizadores do show do AC/DC no país. Oficialmente ainda não foi divulgado se haverá banda de abertura antes da apresentação da banda. A Patrulha do Espaço foi criada em 1977 pelo ex-Mutantes Arnaldo Baptista. Após a saída de Arnaldo a banda continuou na ativa passando por diversas formações e tendo como único integrante original o baterista Rolando Castello Junior. A atual formação da Patrulha do Espaço conta com Marcelo Schevano (guitarra, voz), René Seabra (baixo) e Rolando Castello Junior (bateria).
Fonte: Eduardo Guimarães / TDM

BOTEKO NEWS:

JIMI HENDRIX: Família garante novidade para próximos dez anos


Os fãs de Jimi Hendrix continuarão a receber material inédito do cantor pelos próximos dez anos. A família do músico tem material produzido pelo artista guardado e pretende colocá-lo no mercado a cada 12 meses.


Entre os itens estocados há novas letras, músicas, vídeos. "Nós teremos outra década de músicas e vídeos", disse Janie, irmã do cantor, segundo o site Contact Music.

"Jimi era viciado em trabalho. Depois que o Electric Lady estúdios foi montado, ele gravou constantemente", contou Janie. "Foi como se ele soubesse que teria apenas mais quatro anos para gravar tudo", completou.

PERRY FARRELL: Vocalista da banda Jane´s Addiction quer produzir Lollapalooza no Brasil.

O Líder do grupo Jane's Addiction negocia a realização do megafestival Lollapalooza, no país. Antes disso, segundo informações publicadas pelo jornal Folha de S.Paulo, a banda se apresentará pela primeira vez em São Paulo em novembro, quando pretende apresentar as faixas de seus dois discos clássicos. "Vamos tocar os clássicos. Nada novo, porque tomamos uma decisão no grupo de que, nesses shows mais recentes, tocaríamos o que gravamos entre 1987 e 1991".

Perry Farrell ficou conhecido no final dos anos 1980 como vocalista do Jane's Addiction. Em 1991, criou o Lollapalooza "Já estou em negociações com algumas pessoas daí, por isso não posso falar muito agora. Mas será parecido com o que fazemos nos EUA, com muitas bandas de rock e DJs de eletrônica", contou o músico.

Enquanto a ideia do festival não é efetivada, quem quiser conferir o trabalho do Jane´s Addiction poderá assistir um dos shows do projeto Maquinaria. O evento acontece em São Paulo em 7 e 8 de novembro. Além deles, as bandas Faith No More e Deftones também participarão da festa.
Fonte: Redação Terra

terça-feira, 22 de setembro de 2009

FOREVER YOUNG

Primavera, época de renovação, época de festejar a VIDA!!

Fotos: Arquivo Isys Lopes e amiga(o)s\ Filme Montagem: By Denis.

CACHORRO URUBU: Tributo a Raul Seixas, 20/09/2009 - Posto 7/Praia de Jatiúca - Maceió-AL

Banda que presta tributo ao o eterno contestador do rock brazuca, agita a noite na capital Alagoana, e traz para um publico de todas as idades, um repertório com musicas das diversas fases do cantor Baiano.

Com a competência que lhe é caracteristica, nos shows que homenageia o grande e inesquecivel, Raul "Rock" Seixas, o vocalista da banda Cachorro Urubu, Phelipe Seixas, agitou o publico presente na noite do último domingo (20), com perolas do Repertório do "Maluco Beleza". Com a aproximidade da primavera, (que por acaso, começa hoje) o Posto 7 como é conhecido no finalzinho da Praia de Jatiúca, torna-se um espaço, propicio para shows ao ar livre, com uma brisa agradavél, a noite não poderia ser diferente, a banda Cachorro Urubu levantou a galera com os clássicos " Tente outra vez", "Rock das aranhas" e muitos outros do extenso repertório do artista, falecido em 1989, por complicações relacionadas ao excessivo consumo de bebida álccolica, logo depois de lançar em parceria com o vocalista Marcelo Nova (Camisa de Vênus) o ábum "A panela do Diabo", Raulzito como era carinhosamente chamado, deixou o rock brasileiro orfão em 21 de agosto, depois de várias apresentações em parceria com Nova, divulgando o ábum que tinham acabado de lançar.

Texto e Fotos: Boterock

THE 69 EYES: Lança "Back in Blood"

Ao longo de 20 anos de formação, o grupo finlandês The 69 Eyes se popularizou principalmente entre os fãs de gothic rock. Apesar da banda sempre ter flertado com esse estilo e adotar uma temática apropriada para bandas góticas, o som do The 69 Eyes é muito mais direto e cheio de energia. Claro que a influência daquele estilo se faz presente, assim como a influência de outras bandas que também trafegam - ou trafegaram - por essas trilhas. “Back in Blood”, o décimo álbum da carreira, traz muito Rock n’ Roll com pitadas de glam, punk e, claro, gótico. É como uma mistura de Gary Glitter, Billy Idol, The Cult e H.I.M.São 12 músicas em pouco mais de 48 minutos de duração com abertura da empolgante “Back in Blood”. Andamento contagiante, ‘riffs’ secos e maçantes e um vocal bem bacana. Boa escolha para abrir o álbum. Algumas faixas soam um tanto pop demais, como “We Own the Night”, ainda assim não são enjoativas e nenhuma música no disco pode ser classificada como de toda ruim. “The Good, The Bad & The Undead” lembra ao mesmo tempo algo de Marilyn Manson e Gary Glitter. Isso pode ser um indicativo do mercado da América do Norte onde a banda provavelmente deve estar de olho.“Night Watch” lembra os trabalhos mais antigos do grupo, quando a veia gótica era mais forte. Um dos destaques do álbum. Também merecem atenção as músicas “Kiss Me Undead”, “Dead Girls are Easy” e a balada “Eternal”, que encerra o álbum.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

KRISIUN: Vivendo uma vida 100% metal

Ano que vem a Banda completa 20 anos na estrada, fiel as suas raizes sonoras nessas quase duas decádas de existência, o baterista Max Kolesne concedeu uma entrevista a Luana Newer, lendo uns trechos percebi que mesmo depois de quase um ano da entrevista concedida, muitas respostas ainda se mantém atuais, época em que o Krisiun estava lançando o álbum “Southern Storm”, mostrando que a banda continuou seguindo o caminho que trilha com dedicação e perseverança na cena pesada brasileira.


Todo esse esforço, aliado ao talento natural do trio, rendeu reconhecimento e um lugar de destaque mundial. Tanto é que a banda esteve no Canadá para uma série de shows e nos meses de novembro e dezembro de 2008, foram mais de 20 apresentações agendadas pela Europa. Lá a banda já possui um público fiel e ansioso pela barulheira que os gaúchos, representando o Brasil, levam à cena metálica mundial. Na entrevista que segue, o baterista Max Kolesne fala sobre o novo álbum, a aceitação do público, a temática sempre agressiva dos discos da banda e conta o segredo para ser extremo e não soar como se fosse apenas barulho.

Vocês estão de partida para o Canadá [a entrevista foi feita antes da partida da banda (2008)*] e depois seguem para a Europa. Só voltam ao Brasil no final do ano. Qual a expectativa para essas apresentações?
Max Kolesne: Vamos lá e detonar, quebrar tudo, não vai ficar pedra sobre pedra, vamos despejar toda a fúria e brutalidade do Krisiun.
Como “Southern Storm” está sendo recebido pelo público?
Max Kolesne: Numa visão geral eu diria que de todos os nossos discos “Southern Storm” é o trabalho de melhor aceitação até hoje, tanto por parte dos fãs como de imprensa e crítica. Nós demos uma renovada nas composições, as músicas estão mais variadas, com mais peso, dinâmicas. Está mais direto, mas ao mesmo tempo as músicas estão mais brutais e velozes do que nunca.“Southern Storm” está mais ‘extremo’ que os anteriores.
Vocês trabalharam com Andy Classen novamente, mas esse álbum soa mais grave. Como foi a produção do álbum?
Max Kolesne: Realmente “Southern Storm” está mais extremo e a sonoridade mais pesada. Nosso foco na produção do disco, tanto da banda como de Andy foi manter a pegada e a sonoridade o mais natural possível, um som cru, tribal, primitivo, mas claro e moderno ao mesmo tempo, fazer a banda soar como uma verdadeira tempestade devastando com tudo.
As letras de “Southern Storm” falam de temas polêmicos como guerra e fanatismo religioso, mas não há um conceito propriamente dito que o álbum siga. Escrever essas letras e abordar esses assuntos é algum tipo de desabafo ou catarse para a banda?
Max Kolesne: Desde moleque a gente sempre se interessou por coisas relacionadas à guerra, destruição, apocalipse. É algo natural, nunca forçamos. Por exemplo, sempre preferi ver filmes com bastante sangue e violência e já que vivemos em um mundo extremamente brutal e violento, assunto é que não falta pra inspirar nossas letras. Também sempre fomos indignados com toda essa hipocrisia e fanatismo estúpido religioso, aqui no Brasil ‘tá’ tudo junto: miséria, religião e ignorância. E por aí vai, a gente se inspira em coisas reais, nas matanças, nas guerras, nos massacres, que são assuntos fortes e brutais e se encaixam perfeitamente com nossa música.
Vocês já tiveram a preocupação de alguma letra do Krisiun passar uma mensagem negativa ou pessimista?
Max Kolesne: Não porque nunca fizemos letras pessimistas, pelo contrário, nossas letras inspiram as pessoas a acreditarem nelas mesmo, a terem atitude e lutarem por algo verdadeiro na vida, e não serem simples fantoches da sociedade que seguem tudo o que é imposto. Nossos fãs, no geral, são pessoas que tem atitude, são rebeldes, se impõe contra esses religiosos idiotas e vivem a vida de verdade com dignidade, que desprezam o Papa seus seguidores e as asneiras que ele diz.
“Black Wind” é uma faixa curta, instrumental e acústica. Ela soa como um interlúdio, uma pausa, antes do encerramento do álbum. De quem foi a idéia da canção?
Max Kolesne: O Moises além de destruir a guitarra é um grande violonista também. Tinha um violão velho lá no estúdio e ele simplesmente brincou um pouco com o violão, fez uns improvisos, o Andy gravou e resolvemos colocar no álbum, como uma passagem, como um vento macabro anunciando a tempestade.
Por que gravar uma versão para “Refuse/Resist”, do Sepultura? Ela mantém o andamento original, não tem muito a cara do Krisiun...
Max Kolesne: Gravamos porque é um puta som, cheio de ódio e atitude, uma fase em que o Sepultura mudou o som e explodiu no mundo inteiro e influenciou muitas bandas inclusive o Slayer. Muito foda esse som. Não faria sentido acelerarmos o andamento, iria perder a característica, tentamos fazer uma versão fiel à original.
Por falar em Sepultura, muita gente considera que o Krisiun hoje ocupa o lugar que o Sepultura ocupou há alguns anos de ser o maior representante da música pesada do Brasil. O que vocês acham disso?
Max Kolesne: Eu vejo de outra forma, o Sepultura sempre vai ter o lugar deles, pois o nome da banda é gigante no mundo todo, e nós temos o nosso lugar, então são duas bandas do Brasil que ficaram grandes lá foram e representam a musica pesada do Brasil , assim como o Ratos de Porão que estourou na Europa e é um grande representante lá fora também, cada um com o seu espaço. Tem outras bandas vindo aí também, o Torture Squad já vem conquistado o espaço há algum tempo, e por aí vai. O brasileiro, quando toca metal de verdade, o bagulho é mais invocado, mais do gueto, tem uma pegada mais suja, uma característica daqui mesmo. Os gringos piram quando a parada tem originalidade e é bem feita.
Qual o segredo para fazer um som tão extremo e não soar como se fosse apenas barulho?
Max Kolesne: Tem que tocar direito, praticar e ensaiar bastante, ter sentimento, musicalidade, ser músico de verdade. E tem que sentar a mão se não as notas desaparecem no meio da porradaria.
Qual o balanço que vocês fazem desses 18 anos de carreira?
Max Kolesne: Já faz dez anos que nossa rotina é compor, gravar e sair em turnê. Somos muito felizes por podermos viver essa vida 100% metal, nosso sonho de moleque virou realidade.
Quais bandas tem chamado a atenção de vocês atualmente?
Max Kolesne: Claustrofobia, Decapitated, The Ordher, Abomydogs…
Sobre as mudanças na indústria fonográfica mundial, o que mudou para o Krisiun?
Max Kolesne: Apesar dos downloads e da pirataria, os fãs do Krisiun são muito fiéis e dedicados e compram o nosso disco. Claro que no Brasil muita gente deixa de comprar por causa da grana, mas isso faz parte.
Como vocês vêem o futuro da música pesada?
Max Kolesne: Cada dia mais sujo e agressivo.
Algum recado aos fãs brasileiros?
Max Kolesne: Não deixem de ir aos shows ‘underground’ e ficar bêbados. A vida é curta.




Por Luana Newer, Outubro de 2008*.

Jerry Lee Lewis: Mesmo sem o mesmo fôlego, contagia SP.

Assim como foi com Chuck Berry no último mês, na Via Funchal, São Paulo viu mais um ícone do rock, também considerado "pai" do gênero, se apresentar. Desta vez, foi o pianista Jerry Lee Lewis, 73 anos, que relembrou grandes momentos de sua carreira no palco do Credicard Hall, na noite desta sexta-feira (19).


Após a abertura do grupo liderado por Edinho Santa Cruz, que se limitou a tocar covers de clássicos do rock, a banda de Jerry subiu ao palco sozinha para quatro músicas por volta das 23h. Neste momento, muitos fãs já haviam abandonado seus lugares sentados para guardar um lugar no "gargarejo" na beira do palco.
Após 15 minutos, o pianista surgiu do backstage caminhando lentamente. Ovacionado, o americano, que completa 74 anos no final deste mês, limitou-se nas palavras. "Oh yeah. Obrigado", disse.
Com a voz longe de sua potência na juventude e o pique também bem aquém de seu auge, o pianista provou que o instrumento ainda está em seu domínio. Com suas famosas "marteladas" nas teclas, Lewis não economizou em seus solos e bases com andamentos ritmados.


Intercalando músicas aceleradas com baladas em um ritmo country, estas propícias para recuperar o fôlego, o pianista conseguiu embalar o público, com uma boa parcela de jovens vestidos no perfil "rockabilly" com topetes erguidos e camisas de mangas dobradas.

Neste meio tempo, os seguranças da casa tiveram dificuldade para dispersar o público que se aglomerou na beira do palco e teve que ser conduzido para suas cadeiras. Mesmo assim, boa parte optou por ficar nas beiradas do palco onde podiam dançar e até arriscar alguns passos tradicionais dos bailes dos anos 50. Com a voz rouca e fraca, Jerry Lee Lewis arriscou poucas palavras com o público, mas sorriu ao conferir o público quebrando o protocolo dançando sucessos como Roll Over Beethoven, de Chuck Berry, e Great Balls of Fire, seu maior hit que ganhou esforço extra na hora dos agudos. Pouco antes de completar uma hora de show, enquanto sua banda ainda tocava um improviso, o pianista deixou seu posto e, ainda lentamente, caminhou para fora do palco se despedindo da plateia.






domingo, 20 de setembro de 2009

É HOJE!!!: O Orákulo recebe as bandas covers para um tributo memorável


DA LAMA AO CAOS: Álbum que une o rock com ritmos regionais como o maracatu, numa fusão perfeita, recebe homenagem em São Paulo.

"Da lama ao caos", álbum mais criativo em todos os aspectos da década de 90, completa 15 anos, com seu movimento Manguebeat estagnado pela falta de criatividade, depois da morte de seu mestre maior, Chico Science.

Lançado a quinze anos atrás, "Da lama ao caos" levou a estética Mangebeat para o mainstream, através do seu porta voz Chico Science, álbum é considerado um marco da cena cultural Pernambucana, fundindo Rock, Frevo e Maracatu numa perfeita simetria sonora, nunca ouvida antes, é também um manisfesto de protesto contra um sistema que privilegia a poucos, com todos esses requisitos a Nação Zumbi, banda de Science que lançou também o álbum "Afrociberdelia" (1996) e viria a falecer logo em seguida num acidente automobilistico em 02 de fevereiro de 1997, deixando orfão todo o movimento e consequentemente todas as ideias ali inseridas no contexto visionário de Science.

A banda que hoje é capitaneada por Jorge dü Peixe, que tenta levar em frente a musicalidade do mestre, e vem lançando álbuns regularmente, não deixando morrer as ideias de um grande artista que foi Science, sempre a frente de sua época.

Nação Zumbi são: Jorge dü Peixe (vocal), Lúcio Maia (Guitarra), Nino "Dengue" Brócolli (baixo), Pupillo (bateria), Toca Organ (percussão), Gimar Bola 8 (alfaia).

Último álbum lançado: Fome de Tudo - é o sétimo álbum da banda, lançado em 27 de outubro de 2007. Produzido por Mário Caldato Jr. (Beastie Boys, Beck, Marcelo D2) o disco trás uma sonoridade mais crua e pesada, mas ao mesmo tempo em melodias pop.

Texto e pesquisa: Boterock\Todas as fotos G1.

sábado, 19 de setembro de 2009

GRAVE DIGGER: Retorna ao Brasil em novembro, com dois shows confirmados, Fortaleza e São Paulo.

Os veteranos do Grave Digger voltam ao Brasil para duas apresentações na turnê de divulgação do novo álbum, “Ballads of a Hangman”. Os shows estão marcados para os dias 20 e 21 de novembro em Fortaleza e São Paulo. O show na capital cearense será no palco do Siará Hall, já em São Paulo a apresentação será realizada no Carioca Club, com abertura do trio paulistano Dr. Sin. Ainda há a possibilidade de novas datas serem anunciadas. Promotores que tiverem interesse em agendar shows com o Grave Digger podem entrar em contato através do e-mail felipenegri@gmail.com. Informações sobre a venda de ingresso em Fortaleza ainda não foram divulgados. Para o show em São Paulo já foram anunciados os preços e locais de vendas.

Confira as informações:
20/11/2009 - Fortaleza/CE - Siará Hall - Av. Washington Soares, 3.199

21/11/2009 - São Paulo/SP - Carioca Club - Rua Cardeal Arcoverde, 2.899
Ingressos: R$ 60,00 (1º lote + R$ 15,00 = camiseta), R$ 70,00 (2º lote + R$ 10,00 = camiseta), R$ 80,00 (3º lote + R$ 10,00 = camiseta) e R$ 100,00 (camarote + R$ 15,00 = camiseta).
Postos de vendas: lojas Metal CDs (Sto. André/SP), Blood Castle (Francisco Morato/SP), Die Hard e Consulado do Rock (Galeria do Rock, São Paulo/SP)Informações: 11 4608-7731 / 3331-3978 / http://www.ticketbrasil.com.br/ .
Fonte: RockOnLine \Ilustração: Boterock

VIDA ROCK N´ ROLL

Shows, Comemorações e Homenagens

Amanhã acontece no Orákulo a partir das 16 horas, Tributo aos Monstros do Metal, onde estarão reunidas as bandas Metallica Cover, Megadeth Cover, Iron Maiden Cover e Pantera Cover, que tem na sua formação o Guitar Man João Goulart, "incendiando" no palco e agitando os Headbangers presentes na platéia, simplesmente imperdivel!!!.


Niver Rock n´Roll

CONQUISTA "ROCK N´ROLL"

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

AGUARDEM!!: Vem ai, a Revista que vai mexer com a cena Underground.


Oi Blues By Night: 7ª edição, Agosto de 2009 (Recife & João Pessoa)

Na sua Sétima edição, o Oi Bues By Night, agita a cena cultural nordestina com shows intinerantes por várias capitais no Nordeste.



O Oi Blues By Night é um dos poucos ou raros projetos culturais que produzem um efeito positivo dentro do cenário musical brasileiro. Sua maior importância caracteriza-se pelo seu formato de apresentação, pois leva às cidades mais remotas artistas consagrados do gênero e seus convidados especiais.
Em sua 7ª edição, neste semestre, de julho a novembro, estão programados 14 shows com artistas nacionais e internacionais em seis capitais do Nordeste, sendo elas Recife, João Pessoa, Natal, Fortaleza, Teresina e Maceió.
No Brasil, assim como acontece com o Rock And Roll e suas vertentes, a cultura da música em massa (felizmente, talvez) não abre tanto espaço para este gênero musical secular chamado Blues. Não obstante, ainda assim temos entre os raros excelentes cantores de Blues uma feliz e grata oportunidade de poder presenciá-los ao vivo.

Propagar o Blues e promover o intercâmbio entre músicos do Nordeste e Sul do país é, sem dúvida, o grande trunfo deste que é considerado o principal projeto de Blues itinerante do Brasil.

O SHOW
Em ambas as cidades, era impactante ver o espaço lotado com a presença em massa do público. Como já era de se esperar, a grande maioria deles, vestidos com camisas pretas (característica dos admiradores do Heavy Metal), compareceu ao show unicamente para se encontrar com o ídolo Andre Matos. Mas uma grata surpresa estaria reservada para todos eles.
O show começa com o multi-instrumentista Vasco Faé, uma espécie de homem-banda do blues nacional. Ele surge com a sua gaita literalmente no meio da platéia que, em êxtase, entra em euforia pela forma inusitada da aparição.
Após a intro, Faé e a Uptown Blues Band atacam com uma improvisação em ritmo shuffle muito empolgante e todos resolvem colaborar com os músicos, seja dançando ou aplaudindo, numa interação perfeita. A noite prometia bons resultados. Num encontro muito comemorado e inucitado, eis que surge a atração tão esperada da noite: Andre Matos entra em cena para delírio total dos fãs, afinal, são raros esses encontros, neste caso, um encontro do Heavy Metal Tradicional com o Blues de Raiz. Com uma perfeita simetria entre os musicos ali presente, juntamente com a plateia que no percorrer da apresentação mostrou-se empolgada, deixando o clima do show extremamente vibrante, mostrando que atitudes culturais neste formato são totalmente positivas, desta vez resultou no impacto resultante do encontro entre Blues e Heavy Metal.


Assista aqui a sensacional performance de um dos clássicos do Hard Rock setentista. Strange Kind Of Woman (Ian Gillan, Ritchie Blackmore, Roger Glover, Jon Lord, Ian Paice) teve os vocais compartilhados por Matos e Faé, mantendo o clima em alta.









Para acompanhar a materia na integra - acesse: http://www.josco.com.br/blog/?p=409

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

BABASOM12: Orákulo, 12/09/2009 - Maceió-AL

No último sábado (12) a Chopparia Orákulo recebeu a galera do Babasom12, para festejar com grande estilo mais um ano de vida do Rock Bar, que todos os fins de semana recebe de braços abertos, músicos, intelectuais, rockeiros e todos que gostam da boa musica ali executada, a cena underground de Maceió esta de parabéns com a realização dessa grande festa que rolou por toda madrugada, sob o comando competente de Ludmila (UnderLine Brasil) e seus colaboradores.



























O Boteko do Rock: Parabeniza a todos por mostrar que e cena underground de Maceió, permanece mais viva do que nunca.


Todas as fotos: Everaldo (The Shadow)

SAINDO DO FOCO: Assista o trailer da mega turnê que MJ, iria realizar

Estreia mundial nos cinemas no dia 28 de outubro.


quarta-feira, 16 de setembro de 2009

TIM RIPPER OWENS: Ex-vocalista do Judas Priest, passará por Recife com sua turnê.

O ex vocalista do Beyond Fear, Malmsteen, mas, sem dúvida que o levou ao reconhecimento mundial, foi como vocalista da banda de Halford e cia., o Judas Priest, com quem Owens lançou 03 álbuns, 02 de estudio e um ao vivo. Já com seu novo álbum Owens conta com participações de peso de musicos como: Guitar, Bob Kulick - Bass, Billy Sheehan - Bass, Rudy Sarzo - Drums, Simon Wright e outros, elogiado pela critica especiaçizada, o nova turnê segue a todo vapor pela Europa, e desembarga no Brasil no próximo mês, chegando a Capital de Pernambuco no dia 24 de Outubro, um sábado.
Mais informações em breve, aqui no Blog.

CASE BOTEROCK: PEARL JAM: Banda vai direto ao ponto em 'Backspacer' - veja mais lançamentos

Charme Chulo lança manifesto do rock sertanejo com 'Nova onda caipira'. Dream Theater lança mais um EP, com novas versões de musica retirada do excelente "Black Clouds and Silver Linings" e Pearl Jam, mais independente do que nunca.
O gigante do metal progressivo Dream Theater acaba de lançar o "Wither" EP através da Net no formato digital. As canções que compõe o EP, são:
01. Wither (Album Version) (5:25)
02. Wither (Piano Version) (5:07)
03. Wither (John Petrucci Vocal Demo) (5:24)
04. The Best of Times (Mike Portnoy Vocal Demo) (13:04)
A primeira faixa retirada do álbum "Black Clouds and Silver Linings" 2-4 faixa inédita.
O Novo álbum do DREAM THEATER, vendeu 40.000 cópias nos Estados Unidos em sua primeira semana de lançamento e ocupou a posição nº. 6 no Chart da Billboard 200. Último CD DREAM THEATER, "Systematic Chaos", estreou com 36.000 unidades vendidas em 2007, para ocupar a posição na Billboard 200 chart n º. 19. Em 2005 "Octavarium" estreou com 27.000 cópias vendidas, e ocupou na lista da Billboarr o n º. 36. Além da versão padrão do CD, o décimo álbum de estúdio do DREAM THEATER, também foi disponibilizado em vinil, assim como uma versão que reuni três-disco, sendo, um CD edição especial que inclui o álbum completo, um CD mixado apenas instrumental de faixas do álbum e um CD com seis músicas covers, que vai da desconhecida banda "ZEBRA" passando por "QUEEN" e "King Crimson" entre outros.

PEARL JAM - "BACKSPACER"
Cheio de energia e quase sem refrãos: é assim o retorno do Pearl Jam em álbum, três anos depois de seu mais recente tra
balho, homônimo (também conhecido como "o do abacate", por causa da capa). Produzido por Brendan O'Brien, que trabalhou com a banda do "Vs." (1993) ao "Yield" (1998), "Backspacer" (que sai oficialmente no dia 22, mas já vazou na web) tem 11 faixas e apenas 36 minutos. O lançamento marca a saída do grupo de Seattle da J Records rumo à independência. O espírito de liberdade parece estar funcionando para o bem. Enquanto faixas como "Gonna see my friend", "Got some" e "Supersonic" remetem ao rock mais pesado dos anos 70, canções reflexivas como "Just breathe" e "Amongst the waves" lembram as composições do líder Eddie Vedder para a linda trilha do filme "Na natureza selvagem". (LÍGIA NOGUEIRA)

CHARME CHULO – “NOVA ONDA CAPIRA”
O quarteto curitibano é um dos principais (senão o único) grupos do indie brasileiro a adaptar as sonoridades caipiras do interior do país ao rock. Amparado pela viola de Leandro Delmonico, o Charme Chulo mistura Jeca Tatu com Morrissey e abre o seu segundo álbum, “Nova onda caipira” com a “Moda do acerto” – causo de um caipira assaltado na cidade grande. A letra “Rádio AM” traz um pouco de nostalgia da roça, enquanto “Galo Maringá” trata de um tema comum em modas de viola, o moço que sai de casa para enfrentar seu destino e a saudade sente da terra amada. Eles podem ainda não ser o Wilco do rock sertanejo, mas já têm manifesto: a faixa-título, que diz “Não custa pra eu cantar com uma guitarra/ Uma moda inteira, um rock caipira”. (AMAURI STAMBOROSKI JR.)


Fontes: G1\Blabbermouth

terça-feira, 15 de setembro de 2009

TORTURE SQUAD: Em primeira mão!!

ATENÇÃO HEADBANGERS DAS ALAGOAS

Mais informações em breve.

AC/DC: BANDA DESEMBARCA NO BRASIL COM “BLACK ICE WORLD TOUR”, O SHOW MAIS ESPERADO DO ANO

Após cinco anos sem sair em turnê mundial, o AC/DC volta à estrada com o megashow “Black Ice World Tour”, uma das maiores produções de todos os tempos e o show mais visto no mundo em 2009. A banda australiana, que já vendeu mais de 200 milhões de discos e dona de inúmeros hits colecionados em seus 36 anos de carreira, desembarca no país para apresentação única no Estádio do Morumbi, em São Paulo, dia 27 de novembro. A realização é da TIME FOR FUN. Os ingressos começam a ser vendidos a partir de 01° de outubro e clientes Citibank, Credicard e Diners pagam em 3 vezes sem juros no cartão.
Sem se apresentar no país desde 1996, Brian Johnson (vocal), Angus Young (guitarra), Malcolm Young (guitarra), Cliff Williams (baixo) e Phil Rudd (bateria) subirão num imponente palco de 78m de comprimento e 21m de profundidade e dividirão a cena com uma locomotiva real de seis toneladas que se movimenta durante a apresentação. No total, serão necessárias 55 carretas para transportar toda a estrutura do espetáculo, com sistema de som e luz jamais vistos no país. O público estimado é de 65 mil pessoas. A estrutura é maior, por exemplo, que a de outros megashows, como da cantora Madonna, realizado no ano passado no país. A primeira visita do AC/DC ao Brasil ocorreu no primeiro Rock in Rio, em 1985. A turnê do álbum “Ballbreaker” trouxe o grupo de volta ao país onze anos mais tarde.
“Black Ice World Tour”, que estreou em 28 de outubro de 2008, é o show de maior sucesso da atualidade e teve seus ingressos totalmente esgotados nos EUA, Noruega, Suécia, França, Bélgica, Alemanha, Holanda, Itália, Hungria, Espanha, Inglaterra, Portugal e Austrália. No total, o novo espetáculo do AC/DC já vendeu quase 2 milhões de ingressos no mundo.


O repertório da turnê terá como base o álbum “Black Ice” (Sony BMG), primeiro álbum de músicas inéditas em oito anos do AC/DC e o sucessor de “Stiff Upper Lip” (2000) — o 15° disco do grupo que atingiu 43 milhões de cópias e foi o 5° álbum mais vendido dos EUA. Além das músicas inéditas, o grupo promete os grandes sucessos que marcaram seus 36 anos de carreira.

BLACK ICE WORLD TOUR EM NÚMEROS
- O jejum de apresentações do AC/DC durou 5 anos e foi quebrado em 26 de outubro de 2008
- Black Ice World Tour já vendeu quase 2 milhões de ingressos no mundo
- O palco possui 78m de comprimento e 21m de profundidade
- Uma locomotiva de seis toneladas e que se movimenta faz parte da cenografia
- Serão utilizadas 55 carretas para transportar toda a estrutura do show
- O público estimado para a apresentação no Brasil é de 65 mil pessoas
- A turnê ganhou o prêmio de maior turnê do ano na 20th Annual Pollstar Concert Industry Awards, evento organizado pela principal publicação mundial do mercado de shows
- Black Ice foi o primeiro trabalho inédito do AC/DC em oito anos
- O álbum entrou para a história ao ocupar o primeiro lugar nas paradas, logo após seu lançamento, em 29 países
- Black Ice vendeu 43 milhões e recebeu disco de Ouro no Brasil, Polônia e Holanda. O trabalho também recebeu disco Multi Platinum em 18 países e disco de platina em outros cinco.
- A venda de 12 milhões de cópias em 2008 transformou o AC/DC no artista de maior vendagem em 2008, ultrapassando os Bealtles. Black Ice foi responsável por 6,5 milhões de cópias e os demais trabalhos por 5,5 milhões.

Fonte: Mediahouse