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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

DREAM THEATER: "On The Backs Of Angels" do novo álbum "A Dramatic Turn Of Events".

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

DREAM THEATER: Guitarrista confirma novo baterista, mas não revela nome.

SEMANA PASSADA O GUITARRISTA JOHN PETRUCCI, E AGORA O PORTA VOZ DA BANDA, DEPOIS DA SAIDA DO SEU LIDER, O BATERISTA MIKE PORTNOY, DECLAROU PARA O MUNDO DA MÚSICA QUE O NOVO BATERISTA DO DREAM THEATER JÁ ESTAVA ESCOLHIDO, DEPOIS DE DIVERSAS TESTES PROMOVIDO PELA BANDA, PETRUCCI NÃO DIVULGOU O NOME DO NOVO MÚSICO, MAS PROMETEU QUE EM POUCO TEMPO TODOS FICARIAM SABENDO, APENAS FALTAVAM  ALGUNS DETALHES PARA O ANÚNCIO OFICIAL. 
DIANTE DA TAL DECLARAÇÃO, PETRUCCI SÓ AUMENTOU AS ESPECTATIVAS EM TORNO DE QUEM FOI O ESCOLHIDO, DEIXANDO OS FANS DA BANDA AINDA MAIS ANSIOSOS PARA SABER QUEM OCUPARÁ AS BAQUETAS DO QUE PARECIA INSUBSTITUÍVEL ATÉ POUCO TEMPO ATRÁS.
DREAM THEATER
 Quem será o quinto homem?
A banda norte-americana Dream Theater já encontrou o músico que vai ocupar o posto de baterista deixado por Mike Portnoy. Em mensagem divulgada para a imprensa internacional, o guitarrista John Petrucci contou a novidade, porém, sem dar detalhes sobre o escolhido.
Olá à todos. Gostaria de rapidamente deixar que todos soubessem o que está acontecendo ultimamente. Eu sei que a grande pergunta é ‘quem é o novo baterista do Dream Theater?’. "Eu também percebo que algumas pessoas estão ficando frustradas esperado pelas notícias. Bem, as audições foram ótimas e nós temos alguém, mas estamos passando algum tempo organizando tudo antes de fazer o anúncio oficial”.
JOHN PETRUCCI: Anúncio que só serviu para
gerar mais espectativa. 
Deixem-me apenas dizer que todos nós estamos muito animados a respeito de nossa escolha e quase estourando para deixar o mundo saber”.
Petrucci comentou também que atualmente vem gravando algumas idéias para próximos trabalhos. “Tenho gravado demos em casa para meu próximo disco solo, assim como compondo e catalogando riffs e idéias para o novo álbum do Dream Theater”. Os trabalhos para do próximo disco terão início em janeiro.
A banda que já esta escalada para ser umas das Headlines do High Festival em Londres, que acontecerá no mês de julho de 2011. 



Fonte: TDM\Informaçoes adicionais: Boterock\Fotos: Web\montagem Boterock.

sábado, 20 de março de 2010

DREAM THEATER: Jordan Rudess; ocupando por mais de 10 anos o posto de tecladista da banda, músico fala ao G1.

O extremamente técnico, tecladista do Dream Theater, terceiro na sucessão de tecladistas da banda, antes ocupado por uns dos fundadores, Kevin Moore, que saiu em meados de 1994, deixando em seguida o cargo vago para Derek Sherinian, que por motivos de falta de habilidade técnica abandonou a banda em 1997, deixando o espaço para ser ocupado em definitivo por Jordan Rudess, que já vinha tocando na época com John Petrucci e Mike Portnoy no projeto chamado "Liquid Tension Experiment". Rudess entrou no DT com o pé direito, já que na sua estréia, gravou o álbum conceitual "Scenes From A Memory" álbum esse aclamado pela critica e publico, lançado em 1999. Por telefone cedeu essa entrevista ao site G1. Leia abaixo o que Jordan Rudess respondeu:

Uma das principais referências do metal progressivo atual, o grupo norte-americano Dream Theater está em turnê pelo Brasil e se apresentou nesta sexta-feira (19) em São Paulo e neste sábado (20) no Rio, após tocar em Porto Alegre na terça-feira (16) e em Curitiba na quinta-feira (18). “É interessante ver os fãs ao redor do mundo, cada lugar tem a sua personalidade. O Brasil é um lugar perfeito para o Dream Theater”, diz o tecladista Jordan Rudess em entrevista ao G1 por telefone. “Os fãs no país gostam de música pesada, mas também apreciam algo que façam eles pensarem. Nós adoramos viajar pela América do Sul porque é onde existem fãs que se preocupam com a música, e não com o que está tocando no rádio”. Herdeiro de grupos dos anos 70 como Gentle Giant e Yes, o Dream Theater atualiza o som do rock progressivo com o peso do heavy metal. “Metal progressivo é uma boa maneira de definir a banda, porque pegamos influências do art rock daquela década e tocamos de maneira pesada”, imagina Rudess. Fidelidade O tecladista explica que o sucesso com os fãs, mesmo com o rock progressivo longe das paradas musicais, se deve à fidelidade do Dream Theater ao estilo. “O que aconteceu com aqueles grupos dos anos 70, como Yes e Genesis é que em algum momento da carreira deles eles acabaram se voltando para um som mais comercial. O que não funcionou para todo mundo – algumas bandas até se deram bem, mas nem todas. Nós nos mantemos fiéis ao nosso estilo, e sabemos que existem pessoas que apreciam isso em todo o mundo”. O que não quer dizer que a banda se importe apenas com solos épicos e suítes que ultrapassam dez minutos de duração – eles também querem novos fãs. “Em todo álbum do Dream Theater, sempre tem algo que preparamos para as rádios. Se alguém está curioso a respeito da banda, temos coisas mais acessíveis, baladas lindas, melódicas. Eu até gravei um disco solo com músicas do Dream Theater ao piano apenas, para mostrar essas melodias”.

Apesar das faixas “acessíveis”, a banda segue sofrendo na mão dos críticos de rock, que costumam desdenhar do estilo pomposo e das milhares de notas por segundo disparadas pelos músicos do grupo em seus solos. “Quando eu vejo gente atacando o Dream Theater dizendo que somos uma banda apenas técnica, eu acho uma besteira. Porque o meu caminho musical não tem nada a ver com ser um músico com grandes técnicas.Sim, estou interessado na habilidade de tocar tudo o que eu imaginar. Quem se importa com caras que conseguem tocar rápido?", provoca.

"Você tem que ser melhor que isso, como (o guitarrista) John Petrucci, que consegue tocar melodias lindas, músicas lentas, e também consegue detonar a guitarra, e te deixar de queixo caído com quantas notas consegue tocar”, encerra Rudess.

Fontes: G1 e DreamTheathe.net

terça-feira, 16 de março de 2010

DREAM THEATER: James LaBrie em entrevista ao jornal O GLOBO.


O vocalista James Labrie, concedeu uma entrevista ao jornal O GLOBO, as vésperas da banda desembargar aqui no Brasil para divulgar seu álbum mais recente "Black Clouds & Silver Linings.
Nesta noite o Dream Theater se apresenta no Pepsi On Stage em Porto Alegre, o primeiro de quatro shows agendados em território nacional.

Labrie começou dizendo que os shows do DT são longos e com mais de duas horas de duração, e nessa nova turnê não será diferente, que existirá um dinamismo presente com a interação da banda com o plateia, além do apelo visual que o show oferece, com as imagens dos telões, realçando a parte musical do espetáculo.


Pelo telefone LaBrie explicou que depois do termino da turnê pela América Latina, entrará em estúdio para gravar seu novo álbum solo, e revelou que as partes instrumentais comecará a ser gravada no próximo dia 22 de março, já a voz será colocada no meio do mês de abril. O vocalista terá no seu line-up o guitarrista Marco Sfogli, teclados Matt Guilory, baixo Ray Riandeau, que já tocou com o vocalista Rob Halford (Judas Priest), e o baterista será o sueco Peter Wildoer, segundo LaBrie, um monstro nas baquetas.


Quando perguntado sobre as poucas contribuições dadas a sua banda em relação as composições, LaBrie é enfático ao responder. "Desde do começo é assim, a quimica do DT é assim. Eu dou alguma contribuição nas letras e nas composições das melodias. Quando há uma letra para escrever, eu escrevo. Caso contrário, não escrevo. É muito simples". e continua "Não há nada de negativo nisso. Eu entendo quando os fãs me perguntam por que não sou mais ativo nas composições do DT. Mas quero que saibam que eu não estou nem um pouco frustado com essa situação. Tenho a minha carreira solo. Se os fãs desejam saber como eu sou como compositor, bastam ouvirem meus discos solos".


Dentre outros temas abordado na entrevista, LaBrie também falou na possibilidade de fazer shows solo, já que o selo que vai lançar seu álbum, tem pretensão de lança-lo em tournê possivelmente com shows nos Estados Unidos e Europa, quanto a América Latina, LaBrie disse que se possivél, seria ótimo.

Em outro assunto da entrevista, LaBrie foi perguntado se existiria a possibilidade do DT gravar um DVD ao vivo no Brasil, Ele respondeu que existe possibilidade de acontecer, e que tem conhecimento de bandas que já passaram por essa experiência como o Iron Maiden e Rush, que relataram para os membros do DT, como foi gratificante produzir um material ao vivo na América Latina. LaBrie só não soube dizer, quanto tempo levará para isso acontecer com sua banda.


Fonte: O Globo