quarta-feira, 14 de setembro de 2011
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
DREAM THEATER: Guitarrista confirma novo baterista, mas não revela nome.
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| DREAM THEATER Quem será o quinto homem? |
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JOHN PETRUCCI: Anúncio que só serviu para gerar mais espectativa. |
sábado, 20 de março de 2010
DREAM THEATER: Jordan Rudess; ocupando por mais de 10 anos o posto de tecladista da banda, músico fala ao G1.
O extremamente técnico, tecladista do Dream Theater, terceiro na sucessão de tecladistas da banda, antes ocupado por uns dos fundadores, Kevin Moore, que saiu em meados de 1994, deixando em seguida o cargo vago para Derek Sherinian, que por motivos de falta de habilidade técnica abandonou a banda em 1997, deixando o espaço para ser ocupado em definitivo por Jordan Rudess, que já vinha tocando na época com John Petrucci e Mike Portnoy no projeto chamado "Liquid Tension Experiment". Rudess entrou no DT com o pé direito, já que na sua estréia, gravou o álbum conceitual "Scenes From A Memory" álbum esse aclamado pela critica e publico, lançado em 1999. Por telefone cedeu essa entrevista ao site G1. Leia abaixo o que Jordan Rudess respondeu:
Uma das principais referências do metal progressivo atual, o grupo norte-americano Dream Theater está em turnê pelo Brasil e se apresentou nesta sexta-feira (19) em São Paulo e neste sábado (20) no Rio, após tocar em Porto Alegre na terça-feira (16) e em Curitiba na quinta-feira (18). “É interessante ver os fãs ao redor do mundo, cada lugar tem a sua personalidade. O Brasil é um lugar perfeito para o Dream Theater”, diz o tecladista Jordan Rudess em entrevista ao G1 por telefone. “Os
fãs no país gostam de música pesada, mas também apreciam algo que façam eles pensarem. Nós adoramos viajar pela América do Sul porque é onde existem fãs que se preocupam com a música, e não com o que está tocando no rádio”. Herdeiro de grupos dos anos 70 como Gentle Giant e Yes, o Dream Theater atualiza o som do rock progressivo com o peso do heavy metal. “Metal progressivo é uma boa maneira de definir a banda, porque pegamos influências do art rock daquela década e tocamos de maneira pesada”, imagina Rudess. Fidelidade O tecladista explica que o sucesso com os fãs, mesmo com o rock progressivo longe das paradas musicais, se deve à fidelidade do Dream Theater ao estilo. “O que aconteceu com aqueles grupos dos anos 70, como Yes e Genesis é que em algum momento da carreira deles eles acabaram se voltando para um som mais comercial. O que não funcionou para todo mundo – algumas bandas até se deram bem, mas nem todas. Nós nos mantemos fiéis ao nosso estilo, e sabemos que existem pessoas que apreciam isso em todo o mundo”. O que não quer dizer que a banda se importe apenas com solos épicos e suítes que ultrapassam dez minutos de duração – eles também querem novos fãs. “Em todo álbum do Dream Theater, sempre tem algo que preparamos para as rádios. Se alguém está curioso a respeito da banda, temos coisas mais acessíveis, baladas lindas, melódicas. Eu até gravei um disco solo com músicas do Dream Theater ao piano apenas, para mostrar essas melodias”.
Apesar das faixas “acessíveis”, a banda segue sofrendo na mão dos críticos de rock, que costumam desdenhar do estilo pomposo e das milhares de notas por segundo disparadas pelos músicos do grupo em seus solos. “Quando eu vejo gente atacando o Dream Theater dizendo que somos uma banda apenas técnica, eu acho uma besteira. Porque o meu caminho musical não tem nada a ver com ser um músico com grandes técnicas.Sim, estou interessado na habilidade de tocar tudo o que eu imaginar. Quem se importa com caras que conseguem tocar rápido?", provoca.
"Você tem que ser melhor que isso, como (o guitarrista) John Petrucci, que consegue tocar melodias lindas, músicas lentas, e também consegue detonar a guitarra, e te deixar de queixo caído com quantas notas consegue tocar”, encerra Rudess. Fontes: G1 e DreamTheathe.net
terça-feira, 16 de março de 2010
DREAM THEATER: James LaBrie em entrevista ao jornal O GLOBO.
Labrie começou dizendo que os shows do DT são longos e com mais de duas horas de duração, e nessa nova turnê não será diferente, que existirá um dinamismo presente com a interação da banda com o plateia, além do apelo visual que o show oferece, com as imagens dos telões, realçando a parte musical do espetáculo.


Quando perguntado sobre as poucas contribuições dadas a sua banda em relação as composições, LaBrie é enfático ao responder. "Desde do começo é assim, a quimica do DT é assim. Eu dou alguma contribuição nas letras e nas composições das melodias. Quando há uma letra para escrever, eu escrevo. Caso contrário, não escrevo. É muito simples". e continua "Não há nada de negativo nisso. Eu entendo quando os fãs me perguntam por que não sou mais ativo nas composições do DT. Mas quero que saibam que eu não estou nem um pouco frustado com essa situação. Tenho a minha carreira solo. Se os fãs desejam saber como eu sou como compositor, bastam ouvirem meus discos solos". 
Dentre outros temas abordado na entrevista, LaBrie também falou na possibilidade de fazer shows solo, já que o selo que vai lançar seu álbum, tem pretensão de lança-lo em tournê possivelmente com shows nos Estados Unidos e Europa, quanto a América Latina, LaBrie disse que se possivél, seria ótimo.

