terça-feira, 15 de novembro de 2011

AUTOPSE: Clube Fênix Alagoano, Maceió-AL, 13.11.2011 - Photo Gallery.


























Fotos: Boteko do Rock.

domingo, 13 de novembro de 2011

KORZUS: Banda faz hoje show na capital alagoana.


A banda Korzus que está em turnê pelo Brasil divulgando seu mais novo álbum, o aclamado "Discipline Of Hate", desembarca em Maceió neste domingo (13) para agitar a cena bangers na capital, em boa hora os paulistas dos Korzus chegam a Maceió, para fechar com chave de ouro um ano de tão poucas atrações deste gênero.
Em uma mini turnê pelo Nordeste a banda passou por Caruaru-PE neste sábado (12), e amanhã (14) vespera de feriado estará em Fortaleza-CE.
Em uma elogiadissima performance no Rock In Rio deste ano, a banda vem para Maceió com todo gás, ainda contagiada com todo êxito de uma apresentação histórica no festival.

Banda Alagoana lança álbum novo. 

AUTOPSE: Banda toca hoje no Clube Fênix as músicas do novo CD "Descontrole Mental".

Hoje a partir das 17hs o Clube Fênix irá receber os shows de abertura das bandas Morcegos, Abismo e Autopse,  que estará lançado seu mais novo trabalho, o álbum intitulado “Descontrole Mental”.
Serviço:
Quem: Morcegos, Abismo, Autopse e Korzus.
Onde: Clube Fênix Alagoano – Praia da Avenida, Centro - 17hs.
Quanto: R$ 25.00




Texto: Almir Lopes\Fotos: Site Korzus\Arquivo Boteko.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

URIAH HEEP: Em entrevista guitarrista fala sobre a longividade da banda, álbum novo e outras histórias...

O Território da Música conversou com o guitarrista Mick Box que falou sobre a carreira, sobre a afinidade musical que possui com o tecladista Phil Lanzon e ainda transpareceu que entre a banda e Ken Hensley (teclado) ficou alguma mágoa depois da saída deste da formação. Confira a entrevista.

O Uriah Heep lançou “Into the Wild” em abril passado. Como o público, seus fãs, reagiram ao álbum e como está a turnê atual?

Mick Box
: Está sensacional tanto por parte dos fãs como da mídia.

“Into the Wild” é menos pesado e agressivo que “Wake the Sleeper”. É como um álbum dos anos 1970. Vocês tinham a intenção de captar e trabalhar essa sonoridade?

MB:
Para ser honesto, este disco é apenas uma extensão do “Wake the Sleeper”. O novo é um álbum de rock e foi uma sugestão da gravadora, a Frontiers. “Into the Wild” foi gravado com a banda tocando no estúdio junto, como se fosse ao vivo e isso dá um clima de anos 1970. É assim que costumamos gravar, como uma banda e não separadamente, de forma fragmentada.

Você e Phil Lanzon são os principais compositores das canções de “Into The Wild”. Como foi esse processo de composição e criação?

MB:
Nós trabalhamos muito bem juntos. Como se fossemos parentes ou irmãos espirituais durante o processo de composição. Nós escrevemos tudo desde a primeira nota e a primeira palavra até que tenhamos terminado a canção.

“I Can See You” é uma canção muito pessoal para você. É difícil tocá-la ao vivo?

MB:
Não temos tocado muito essa canção ao vivo, mas eu gosto quando fazemos [N. do E.: A canção fala sobre perder entes queridos e faz referência à mãe do músico, falecida em 1987].

A banda acabou de lançar o álbum “Live in Armenia”. Por que escolheram a Armênia para gravar um álbum ao vivo? Como foi tocar por lá?

MB:
Simples: Fomos convidados. Não é um lugar no qual já havíamos nos apresentado anteriormente, então pensamos que seria uma boa idéia. Eles queriam documentar o evento então fizemos acordos com a organização para termos as gravações. Soou e ficou visualmente ótimo, então pensamos que era legal lançar esse material, até porque não são muitas bandas que tocam por lá.

Depois de 40 anos de carreira e 23 álbuns, como fazer para se manter relevante na cena musical? Vocês consideram a possibilidade de aposentar a banda?

MB:
Nunca! Quando você tem tanta diversão, por que parar? Temos a mesma paixão e energia pela nossa música que sempre tivemos, portanto não há razão para pararmos.

O que você ouve atualmente? Alguma banda nova tem chamado sua atenção? Alice Cooper gravou uma canção com a cantora pop Ke$ha, é algo que o Uriah Heep faria?

MB
: Eu tenho certeza que poderia acontecer, mas ainda não foi desta vez. Eu provavelmente abraçaria a idéia se me fosse sugerida. Eu ouço de tudo e me mantenho informado sobre as novidades, isso é muito importante.

O Uriah Heep passou por diversas mudanças em sua formação. A formação mais estável foi entre 1986 e 2007, antes de Russell Gilbrook entrar na banda. O que é preciso para manter uma formação?

MB:
É preciso que todos estejam no mesmo clima de criatividade e de acordo com cada passo que é tomado. É preciso que cinco pessoas estejam caminhando na mesma direção o tempo todo.

Posso perguntar sobre Ken Hensley? Houve alguns atritos quando ele saiu da banda. O tempo curou essas desavenças/diferenças?

MB:
Não, não houve nada. Mesmo no seu tempo no Uriah Heep, Ken queria ser um artista solo. O que ele não compreende é que no Uriah Heep ele tinha sucesso mundial, mas sozinho isso fica muito menor.

Com quais, entre os muitos músicos com quem tocou, você encontrou melhor afinidade musical?

MB:
A maioria deles, na verdade! Eu tive uma ótima relação de cumplicidade e entendimento com David Byron (voz) e com Gary Thain (baixo). Praticamente a mesma que tenho com Phil Lanzon hoje.


Com “Into the Wild” recém lançado, o Uriah Heep contabiliza 23 discos de estúdio em sua carreira que já chegou às quatro décadas de existência.

Apesar de diversas mudanças na formação, a banda se mantém fiel à sonoridade que a tornou famosa e que conquistou fãs por todo o planeta: um Har rock clássico, com pitadas de heavy metal e rock progressivo.

Os álbuns de maiores sucessos da banda foram lançados nos anos 70, clássicos como "Look At Yourself" (1971), "Demons & Wizards" (1972), "The Magician´s Birthday" (1972), "Sweet Freedom" (1973), "Wonderworld" (1974) e "Return To Fantasy" (1975).


Todos os créditos:
Lizandra Pronin
Redação TDM

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

MEGADETH: Lançando o álbum "Th1rt3en", banda vem com show novo para o SWU.

Banda volta ao Brasil após um ano e meio, mas baterista avisa que set list é especial para o festival.

Não deu para convencer o baterista Shawn Drover, 45, de que o Megadeth começa a se tornar uma daquelas bandas que não saem mais do Brasil. O músico falou com o site Destak sobre o show que o quarteto americano faz na próxima segunda, 14 de novembro, no SWU, apenas um ano e meio depois de sua última visita ao Brasil.
"Sei que tocamos aí recentemente, mas naquela vez estavamos celebrando os 20 anos de lançamento do (disco) Rust in Peace. Agora temos um novo CD (Th1rt3en) e montamos um set list com vários clássicos", disse Drover, por telefone.
O baterista contou que a banda está ansiosa para tocar na noite do metal do SWU também pelo line up. "Gosto da ideia de tocar na noite do Stone Temple Pilots. É uma de minhas bandas favoritas e nunca tocamos em um mesmo festival que eles", falou Drover, que está no Megadeth desde 2004.
O Megadeth participou da turnê The Big Four, que rodou EUA e Europa com os supostamente quatro maiores nomes do metal americano. A banda dividiu os shows com Metallica, Slayer e Anthrax. À exceção deste, também as outras duas vieram recentemente ao Brasil, mas cada uma com seu show.
"Não sei por que a Big Four não chegou ao Brasil. Talvez porque o Metallica passou um tempo gravando com Lou Reed", falou Drover, referindo-se ao CD Lulu, lançado em outubro e motivo de polêmica entre os fãs do Metallica devido ao tom experimental das canções. "Aquilo não é Metallica. É um disco de Lou Reed com o Metallica acompanhando", opinou Drover.
Dave Mustaine, líder do Megadeth, é ex-Metallica, mas o baterista não sabe se o chefe gostou de Lulu. "Ele não comentou nada. Por isso, acho que nem ouviu."
O Megadeth tem quase 30 anos de carreira; o baterista Shawn Drover está na banda desde 2004.

Todos os créditos: www.destak.com.br
Foto: Home Page Megadeth.

ALKYMENIA: Espaço Cultural Linda Mascarenhas, Maceió-AL - 15/10/2011 - Photo Gallery.


sábado, 5 de novembro de 2011

THIAGO BIANCHI: Vocalista em campanha pela oficialização do DIA DO METAL.


O produtor musical e vocalista das bandas Shaman e Arena, Thiago Bianchi, concedeu no último dia 25 de outubro, uma entrevista exclusiva para a web rádio - Metal Militia, em clima de descontração o frontman falou sobre sua carreira, Shaman, seus projetos musicais e ainda respondeu as perguntas enviadas pelos fãs sobre a campanha idealizada por ele, que tem como objetivo de estabelecer uma data oficial para o Heavy Metal brasileiro.
E para consolidar a campanha pelo dia do metal, será realizado um grande evento amanhã dia 06 de novembro, o 1° DIA DO METAL – EDIÇÃO POWER METAL, no Carioca Club em São Paulo, onde grandes nomes do Heavy Metal nacional estarão pela primeira vez juntos, para apoiar a união da cena e a instituição de um dia para valorizar o estilo musical no país.

Horários em que a entrevista do Thiago Bianchi foram apresentadas:
Neste domingo (06) será o ultimo dia da reapresentação.

2a feira – 31/10 – 10 hs
4a feira – 02/11 – 20 hs
6a feira – 04/11 – 22 hs
Sabado – 05/11 – 18 hs
Domingo – 06/11 – 14 hs.


Para obter mais informações - Acesse:
Ouça a entrevista pelo link da rádio: http://www.metalmilitia.com.br
Mais informações sobre o evento: http://www.snowman.com.br/metalbrasil
Ingressos: http://ticketbrasi.lojatemporaria.com/dia-do-metal-carioca-club



Agradecimentos: Adriana Queiroz
Neo Press Divulgação.

MOSTRA UNDERGROUND: V mostra SESI, exibe hoje documentário inédito sobre "Lobão".

Anivaldo Luiz da Silva, conhecido popularmente como Lobão, terá um pouco da sua vida mostrada hoje no curta "Explicitos" produzido na Paraiba, com direção de Marcel Henriques, ás 19hs.  


Hoje a partir das 19hs, o carismático Lobão terá seus 15 minutos de fama, personagem que aos poucos vai se incorporando ao folclore da cidade de Maceió, capital Alagoana. 
Underground por vocação, produtor de filmes pornô, vocalista da banda de rock brega "Cheiro de Calcinha", ex-candidato a vereador, organizador de shows e  diversas outras atividades, esse incansável cidadão alagoano  estará em cartaz hoje, na excelente V MOSTRA SESI DE CINEMA BRASILEIRO, que se  encerra amanhã. Além de diversos temas com filmes para todos os gostos,  o Boteko destaca mais uma vez esse curta prouzido pela escola de cinema da Paraiba.  































Fonte: SESI\Fotos: Caderno programação e Orkut Boteko.

CHRIS CORNELL: 'Adoraria tocar com Neil Young', declarou vocalista sobre show no SWU.

Quase 11 anos depois da memorável apresentação na terceira edição nacional do Rock in Rio, o canadense Neil Young volta ao Brasil este mês para o SWU Music and Arts Festival 2011. Mas o músico, conhecido por canções como "Rockin' in the free world", "Ohio" e "Hey hey, my my (Into the Black)", participará do festival paulista apenas como palestrante em um dos painéis do Fórum Global de Sustentabilidade. Frustrado com a notícia, o cantor Chris Cornell, vocalista do Soundgarden e fã incondicional de Young, vai tentar mudar esta história.
"Não sei se vou conseguir convidá-lo a tempo, mas adoraria tê-lo no meu show. Seria realmente maravilhoso poder tocar algo com Neil Young", comentou o cantor, que se apresenta no festival em 13 de novembro, às 18h30, no Palco Consciência.
Habituado aos altos decibéis das bandas Temple of the Dog e Audioslave, onde também foi cantor, desta vez Chris subirá ao palco para um show acústico acompanhado apenas por Alain Johannes — que tocou no SWU em 2010 com o Queens of the Stone Age. O formato, ele explica, dá mais liberdade para alterações repentinas de repertório e eventuais participações ilustres de última hora.
"O esquema 'voz e violão' permite essa intimidade e me dá a oportunidade de rever a carreira. Posso tocar canções das minhas ex-bandas ou qualquer cover que me vier à cabeça. Por conta disso, este é definitivamente o período mais feliz da minha vida no aspecto artístico", disse o músico, por telefone, ao G1.



Fonte: G1\Foto: Homepage Chris Cornell.